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31/03/2015 - 11h40m

Encontro debate cultura do arroz no Baixo São Francisco

Evento contou com participação do APL Rizicultura no Baixo São Francisco

Encontro debate cultura do arroz no Baixo São Francisco

Reunião teve participação de diversas entidades do setor rural

Pedro Mesquita

Nesta segunda-feira (30), na cidade de Igreja Nova, agricultores do Arranjo Produtivo Local (APL) Rizicultura no Baixo São Francisco e técnicos de diversos órgãos estaduais e federais discutiram a cultura do arroz em Alagoas. Além do município onde foi realizado o evento, houve a presença de produtores das cidades de Piaçabuçu, Penedo e Porto Real do Colégio.

O evento, organizado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seapa), em parceria com o APL Rizicultura, promoveu um debate aberto sobre as principais dificuldades, demandas e pontos fortes da plantação do arroz no Baixo São Francisco. As possíveis soluções e incentivos para melhorar o modelo em uso pelos produtores rurais também entraram na discussão.

Um dos palestrantes do encontro e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Raimundo Rabelo, apontou que a região possui grande potencial e Igreja Nova representa com destaque a área. Para ele, o município tem uma cadeia completa, o que auxilia bastante o agricultor e o desenvolvimento da cidade.

“Em Igreja Nova existe assistência técnica, empresas de insumos, consumo, produção e industrialização, é um local privilegiado em relação ao arroz, completando todo um ciclo. O clima e o solo também são extremamente adequados para o arroz aqui, ou seja, os fatores naturais são aliados dos produtores”, justifica. 

Em um dos momentos, foi apresentada a unidade de beneficiamento de arroz de Igreja Nova, que integra o grupo Santana. O funcionamento da empresa e dados importantes sobre a produção da fábrica e a relação com os rizicultores fortaleceram mais ainda o debate. Desde novembro, a indústria comprou mais de 3 mil toneladas desde novembro, totalizando a produção de quase 63 mil sacos de arroz.

Depois da aprovação do código florestal, em 2012, todos os donos de propriedade em zona agrária devem fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Pensando nessa necessidade, uma das pautas do encontro foi voltada a orientação dos agricultores para a adesão ao sistema, já que existe um limite para que eles se cadastrem.

Na ocasião, a diretora de APLs da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Alexsandra Barreto ratificou a importância da assistência técnica como um importante caminho para o avanço no Baixo São Francisco. “Um compromisso nosso é fornecer todo apoio aos produtores da forma que for necessária. Vamos trabalhar no auxílio aos rizicultores para dar a estrutura correta para produção”, enfatiza.

De acordo com o diretor técnico do Sebrae/AL, Ronaldo Moraes, as parcerias carregam uma importância fundamental nesses encontros. “A região tem grande potencial, as peculiaridades daqui favorecem muito o cultivo do arroz. Mas ainda assim o desenvolvimento só pode ser realizado de forma integrada, com a participação de todos os parceiros das ações no Baixo São Francisco”, explica.

Para o secretário de Agricultura, Aquicultura e Pesca, Álvaro Vasconcelos, a região é muito privilegiada, pois é possível plantar durante todo o ano. “As condições vividas em toda região do Baixo São Francisco criam a situação ideal para os plantadores de arroz, já que as adversidades naturais são muito pequenas quando comparadas a outros locais do país e do mundo”, afirma. 

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